“É estranho que numa sociedade do conhecimento os profissionais da educação e da formação não sejam particularmente reconhecidos e incentivados. Aquilo a que assistimos é a uma preocupante degradação e “proletarização” desse tipo de profissionais. No campo da formação profissional predomina o vínculo laboral incerto, o salário baixo e pago ao sabor das contingências dos mecanismos de financiamento. Sob o manto diáfano do recibo verde multiplica-se uma multidão de “empresários de si”, vivendo de biscates.”
(Rui Canário)
Numa fase de transição entre o PRODEP III e o POPH, em que os profissionais desta área têm que depender de terceiros para sobreviverem, fica a indignação e a frustração pela ausência de reconhecimento do nosso trabalho. Fica o consolo de cada vez mais “teóricos” da área da educação de adultos defenderem a “nossa causa”!...
Penso que este espaço também pode funcionar como “diário de bordo” das nossas mágoas… Nem só de alegria e felicidade é feito o trabalho!
Alguém responde ao desabafo/ provocação?...
segunda-feira, 17 de março de 2008
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Sem comentários:
Enviar um comentário